Para maiores informações e consultas, add o e-mail, umbandadepaijaco@hotmail.com

domingo, 9 de junho de 2013

MÉDIUM CONSCIENTE

É preciso ter consciência de que a mediunidade não limita o ser nem escraviza ninguém, apenas exige do médium uma conduta de acordo com o que esperam os espíritos que atuam no plano material através dele, para socorrer os encarnados.
O médium de Umbanda deve entender que é um “templo vivo”, no qual se manifestam os sagrados orixás e seus irmãos em espírito, para melhor cumprirem suas missões, junto aos irmãos encarnados.
O médium deve assimilar a inovação que seu campo biopsíquico-espiritual está recebendo, sem criar confusões, para que não ocorram consequências desastrosas em sua vida e na vida daqueles que necessitam da orientação de seus guias.
Deve entender que como “templo vivo” foi ungido para as práticas religiosas e precisa cumprir suas funções e realizá-las.
Médium consciente:- O médium consciente faz a captação da mensagem da entidade e a decodifica, telepaticamente. O médium recebe e transmite segundo sua compreensão psíquica, varia de acordo com o equilíbrio ou desequilíbrio de sua personalidade. É preciso deixar que o Guia conduza as consultas. Não interferir nem julgar os problemas dos consulentes, nem absorve-los para si.

sábado, 18 de maio de 2013

UMBANDA - HOSPITAL DA ALMA

É assim que a Umbanda deve ser vista, considerada e reconhecida por todos como um "Pronto Socorro espiritual e de utilidade pública...".
A Umbanda como religião, inicialmente, quando veio a mensagem do Caboclo das Sete Encruzilhadas, porque a Umbanda é uma religião?
_ Porque se baseia em credo; ela crê que o espírito, sobreviva à matéria e isso, aliás, é um ponto filosófico, pertinente a muitas outras manifestações religiosas, quer  ocidentais, quer orientais; ela crê na lei Kármica, não na lei do Karma ( fundamento Hinduísta, de que há um Deus que cobra do espírito encarnado os erros de outras encanações.). Nós Umbandistas não cremos nesta cobrança por Deus, porque pagamos erros que cometemos através do nosso livre arbítrio. E devido a isto, no momento em que cometemos estes erros, ferimos uma lei universal - a lei do retorno contraindo neste momento uma dívida. A lei do retorno quer dizer que toda ação tem uma reação contrária no mesmo sentido, com o mesmo volume. Então na reação do espírito encarnado, cuja presença da cobrança independe de qualquer outro fato, a não ser a nossa própria vontade, é que abrimos um canal pelo nosso próprio erro, pela nossa falha, pela nossa omissão, estando num plano muito mais baixo de Deus, um criador, uma força divina.
Cremos também na reencarnação. A reencarnação no ocidente veio até os tempos modernos ou contemporâneos, através mais do Kardecismo (doutrina espírita, codificada por Allan Kardec, cujo nome verdadeiro é Hyppolyte Léon Denizard Rivail, de nacionalidade Francesa) do que qualquer outra manifestação religiosa. Não é uma crença Kardecista porque alguns milênios antes de nosso mestre Jesus aparecer, já existia o reencarnacionismo, inclusive altamente cultuado em dois pontos do planeta: Alto Egito e na Mesopotânia.
A Umbanda surgida deste movimento que ultrapassou a condição de culto para uma religião, agora deve ser considerada também, como "Hospital das Almas" - a prática da caridade, no sentido do amor fraterno em benefício dos seus irmãos encarnados, qualquer que seja sua raça, seu credo e sua condição social. Não podendo haver ambiciosos, vaidosos, mistificadores, pois estes, mais cedo ou mais tarde, serão afastados da Umbanda pelos espíritos de Luz.
A prática do bem, somente o bem seguindo a ordem de que fora da caridade não há salvação. Nós atendemos as criaturas que são portadoras de desequilíbrios, pessoas desanimadas, desorientadas, propensas ao suicídio, traumatizadas. Pessoas que chegam a vida humana portadoras de anomalias que a medicina e a ciência convencional não explicam. Outras que chegam as nossas portas pela curiosidade de falar com um "Espírito", tirar uma consulta, como por exemplo, para saber sobre o futuro, resolver seus problemas, os mais variados possíveis nunca pensando em que: "Melhorar de vida não é melhorar A vida".
Pensam os inconscientes que é só dirigir-se a uma Entidade, pedir e conseguir aquilo que deseja? Puro engano. Quando a Umbanda é praticada em sã consciência e o médium é íntegro na sua missão de ser o intermediário entre um Guia, nada pode temer. Caso contrário, suas manifestações mediúnicas não passarão de chantagens e puras mistificações, aí sim, mais cedo ou mais tarde, receberão o castigo merecido.
O Umbandismo veio para orientar, doutrinar, desenvolver e explicar que a mediunidade uma faculdade, é um desequilíbrio que marca até organicamente a pessoa. Para atender e dar aquela assistência espiritual aos necessitados, desamparados, sofridos e carentes de um alívio e até uma possível cura dos seus males físicos, espirituais e sociais.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

OS CABOCLOS NA LIÇÃO DE PAI JOÃO

PAI JOÃO: - Pois é, meu filho, mas como você veio em busca de conhecimento, Pai João gosta muito disso e aproveita para falar a respeito dessas e de outras coisas importantes. É preciso formar uma ideia mais ampla sobre a diversidade de espíritos que trabalham em nosso planeta.
Examine, por exemplo, o caso dos caboclos. As entidades espirituais que se manifestam tanto em seus médiuns quanto no plano astral com a vestimenta de caboclo não foram obrigatoriamente índios ou selvagens em sua última encarnação. Muito pelo contrário.
Grande número de espíritos que adotam a característica de caboclo tiveram seu caráter firme forjado em templos do passado, principalmente entre as civilizações incas e astecas, entre outras. Tal como ocorre com os pais-velhos, possuem íntima ligação com certas energias da natureza, tanto quanto com a cultura da qual procedem. Em virtude desse fato, preferem estampar a imagem de um índio, de um sertanejo ou de um bandeirante em sua vestimenta espiritual, em sua aparência. Daí se pode entender porque alguns caboclos são recrutados para trabalhar ao lado de grandes luminares da espiritualidade, que foram sábios em sua última existência. Além de tudo isso, a forma astral do caboclo também traz um simbolismo. Representa a jovialidade, energia, destemor e valentia, bem como capacidade de transformação e progresso. É a representação do jovem guerreiro, daquele que tem a característica de mudar o panorama, de enfrentar os desafios da existência e modificar as situações menos favoráveis em outras mais nobres.
- Então os caboclos também foram iniciados em outras civilizações, como os pais-velhos?
PAI JOÃO: - Não se pode generalizar, meu filho. Especialmente se considerarmos que, na umbanda e em certos cultos de transição, observa-se uma variedade de seres Espirituais a que muitos dão o nome de caboclos.
Antes de continuar com as explicações, é preciso dizer que este pai-velho está lhe dando apenas um ponto de vista a respeito da variedade de manifestações. O que estou lhe falando não é consenso nem mesmo entre os representantes da umbanda. No entanto, é sob esse ponto de vista que nego-velho quer conduzir seu olhar.
Assim sendo, dentro da variedade a que me referi, temos os chamados caboclos índios. Eles integram imensa legião de trabalhadores, guardiões, baluartes da lei e da ordem, combatentes que são das falanges do mal. Como verdadeiros caças, saem pelo umbral afora em tarefas de defesa e disciplina, temidos que são por muitos espíritos das trevas.
Na umbanda e em outras expressões de espiritualidade, são comuns outros tipos, tais como os boiadeiros. Especialistas em desobsessões coletivas e individuais,  investem contra as bases das sombras e destroem as fortalezas do astral inferior. Dotados de grande magnetismo, são respeitados e temidos pelas entidades do mal, sobretudo pelos marginais ou quiumbas, tão comuns em ambientes que oferecem grande perigo aos encarnados.
Após breve intervalo, para que o interlocutor pudesse assimilar o que dizia, Pai João prosseguiu:
- Como já lhe disse, nego-velho está dando uma explicação baseada não na teologia umbandista, mas na realidade cultural mais próxima da que você está habituado, meu filho. Certamente encontrará outros pontos de vista sobre esse assunto entre os representantes da umbanda e do candomblé. Porém nego-velho, neste momento, não tem por objetivo religião e doutrina, mas a descrição da realidade espiritual que transcende as interpretações religiosas.
- Entendo, meu pai. Se julgar apropriado conceder mais informações, estou aberto a ouvir e estudar.
- Pois bem, meu filho, - retomou Pai João calmamente. – Ainda sobre a forma espiritual adotada por alguns espíritos, alguns caboclos adotam não a forma de índios, mas do marinheiro. De alguém que viveu junto às águas, ao mar, portanto trabalhando com emoções, inclusive por ter vivenciado os tremendos desafios que envolvem a navegação: desde tormentas e fenômenos climáticos até a solidão dos meses e anos singrando pelos mares, longe da família e dos seus. Na umbanda, bem como em alguns candomblés que recebem sua influência, chama-se frequentemente de marinheiro aquele espírito que lidera falanges acostumadas a lidar com o sentimento e as emoções e que atuam no contato com o elemento água – que remete à suavidade e ao amor e auxilia na libertação de vinculações magnéticas. Quando se pretende fazer uma limpeza energética com suavidade, o elemento água é o mais indicado, liberando fortes emoções que anuviam a visão espiritual dos filhos. É lógico concluir que quem teve experiência reencarnatórias  junto ao elemento água pode ser bastante eficaz nessa tarefa.
Era muita informação para aquele homem reservado, que não queria se expor perante os presentes. Era ele um representante do espiritismo e, por essa razão, não desejava, ao menos até aquele momento, ser identificado numa tenda onde a manifestação mediúnica ocorria segundo parâmetros diferentes daqueles com os quais se familiarizava.
Entendo isso o preto-velho vez ou outra dava um tempo para ele refletir e depois de um suspiro, uma pausa, continuava.
- Os chamados quimbandeiros constituem outra espécie de caboclo. Sua especialidade é enfrentar os magos negros e seus dirigidos nos campos de batalha do umbral e da subcrosta. Gostam de estar à frente das demandas que ocorrem na esfera astral, muitas vezes nem sequer percebidas pelos médiuns. Como se fossem generais guerreiros, trabalham para a defesa, porém com ênfase em limitar e cercear a ação das trevas, o que muitas vezes, os leva a afirmar que transitam entre o bem e o mal. Além, é claro, do fato de que conhecem em profundidade as artimanhas dos seres da escuridão.
Não há dúvida, meu filho, de que nego-velho está procurando usar a linguagem mais espírita possível para que possa entender os diversos perfis e especialidades daqueles seres que trabalham na vibração da umbanda, em suas variadas manifestações e interpretações. Por estarem ligadas à vibração e à atmosfera cultural (e não a rótulos religiosos), essas mesmas entidades também militam nos centros espíritas, caso encontrem abertura dos médiuns e dirigentes. Ainda que, em certas ocasiões, optemos por nos apresentar em outra roupagem fluídica, conforme seja conveniente ao trabalho e tenhamos condições para tal.

Texto extraído do livro “Corpo Fechado”, Robson Pinheiro, espírito W. VoltzVer

segunda-feira, 22 de abril de 2013

DIA 23 DE ABRIL, DIA DE OGUM NA UMBANDA


O sincretismo com São Jorge ocorre no sul e no sudeste do Brasil. Como na Linha de Oxalá, todos os trabalhadores da Umbanda têm por Ogum tremendo respeito e obediência e seus guerreiros são imbatíveis no combate ao mal.

A linha de Ogum dispensa muitos comentários. Ele é o responsável pela manutenção da lei e da ordem no mundo astral e não apenas na Umbanda ou nos cultos afros.

Não conhecemos, quiumba ou qualquer outro espírito maligno que não o respeite.

Os trabalhadores da linha de Ogum foram normalmente guerreiros ou militares, como os legionários romanos, os cavaleiros das cruzadas, os templários, os sarracenos e muitos outros.
Comparativamente, Ogum é na Umbanda o mesmo que a polícia é para o povo, se a situação ameaçar sair do controle ou se nos sentirmos ameaçados, ele agirá trazendo e mantendo a ordem.
Ogum é respeitadíssimo nos cultos de Umbanda.Logum ou Ologum (olo = senhor, Gum = guerra, ou seja, o senhor da guerra ou guerreiro) é uma divindade da cultura Iorubá, região onde localiza-se hoje a Nigéria. Nos domínios de Obéocutá, seu culto era essencialmente agrário, como ainda o é, é a divindade do ferro, quem produz as ferramentas necessárias ao cultivo. Nesta Região, poucos são os que dominam a arte de fundir e moldar o ferro de forma manual. Por isso, todos que dominam esta técnica são protegidos de Ogum.

Na África, a organização teológica funciona de modo diferente à forma como se desenvolve a religiosidade afro no Brasil. Lá, as pessoas acreditam que a divindade Iorubá é um ancestral comum aos moradores da tribo, cidade, ou etnia. No caso, grande parte das pessoas que praticam as religiões "tradicionais" da região de Obéocutá, acreditam que Ogum seria seu ancestral divinizado.

Quanto ao mito, Ogum é lembrado como conquistador e caçador, como quem sempre defendeu os seus e sempre proveu de alimentos sua tribo. Contudo, no Brasil seu mito muda de aspecto, devido a lógica da escravidão, os africanos acabam por exaltar outros aspectos desta divindade, de forma a contemplar seus anseios, buscando se livrar dos castigos dos seus senhores, passavam então a privilegiar o aspecto guerreiro e violento da divindade.

Ogum é o guerreiro, general destemido e estratégico, é aquele que veio para ser o vencedor das grandes batalhas, o desbravador que busca a evolução.

Defensor dos desamparados, segundo a lenda, Ogum andava pelo mundo comprando a causa dos indefesos, sempre muito justo e benevolente. Ele era o ferreiro dos orixás, senhor das armas e dono das estradas. Irreverente, pois é um orixá valente, traz na espada tudo o que busca.

É o protetor dos policiais, ferreiros, escultores, caminhoneiros e todos os guerreiros.

Santo correspondente na Igreja Católica: São Jorge no Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul; na Bahia Santo Antônio.

Cores predominantes de Ogum nas guias: Azul marinho no Candomblé. Vermelho na Umbanda, sendo que na Umbanda do Rio Grande do Sul muitos terreiros utilizam o verde, vermelho e branco. Entretanto as cores são determinadas pelo guia e conforme o reino em que trabalham e para qual Orixá.



domingo, 14 de abril de 2013

O USO DA CACHAÇA OU MARAFO NA UMBANDA

A cachaça, o vinho, a cerveja e etc..., têm função magística. No plano astral, servem para fins que fogem,  na maioria das vezes, completamente à nossa compreensão. Pela volatilidade do álcool, apresenta eterização para desintegrar morbos e campos de forças mais densos. Espírito não vem no terreiro para beber. Um Exu Senhor Tranca Ruas das Almas, inquirido sobre a necessidade do espírito beber respondeu: - “se quisesse beber não viria nos terreiros”. Iria frequentar os bares onde vivem os alcoólatras e lá arranjaria um copo-vivo (termo usado para aqueles que são dominados por espíritos viciados em bebida).
Aqui vale um ensinamento. No mundo espiritual existe o principio da lei dos semelhantes, ou seja, o semelhante atrai o semelhante. Todo homem embriagado quase sempre está acompanhado de um espírito semelhante. O grande problema é que, como o espírito não pode ingerir a bebida, ele aspira, para sua satisfação, a emanação do álcool, razão pela qual o bêbado (copo-vivo), ingere enormes quantidades de bebida. Uma parte para ele e outra para o espírito. Interessante que esses espíritos protegem o seu doador, bem como nós fazemos com o copo que nos serve para beber água, mas quando não mais lhe serve, abandona a criatura em estado deplorável.
O álcool, em sua essência, é líquido proveniente da cana de açúcar, extremamente volátil, assemelhando-se ao éter, representando elemento que facilmente transcende do plano material para o etéreo, sendo excelente auxiliar para desfazimento de energias  negativas impregnadas no períspirito.
Cada linha de trabalho possui seu próprio curiador, ou seja, a bebida correta para cada uma delas:
Caboclos bebem cerveja, vinho ou água de coco;
Preto Velho bebe café, vinho, marafo (aguardente);
Crianças bebem refrigerantes e sucos;
Baianos bebem água de coco, batida de coco, marafo e vinho;
Boiadeiros bebem cerveja, vinho e batida de coco;
Marinheiros bebem rum e cerveja;
Exu bebe marafo, whiski, vinho e cerveja;
Pombagira bebe cerveja, champagne e vinho.
O álcool ainda possui a propriedade de ser usado como contraste, quando a entidade age magnetizando a bebida e faz o consulente ingeri-la em pequena quantidade, permitindo-lhes visualizar o seu organismo, mostrando algum problema que deve ser cuidado. Funcionando também, como elemento antisséptico para limpar e desinfetar regiões que estejam sendo tratadas pelas entidades em seus atendimentos.
Não se pode deixar de citar que o álcool ainda propicia no organismo do médium um entorpecimento de suas faculdades facilitando com isso o trabalho das entidades, proporcionando-lhes mais liberdade de ação durante o processo de incorporação, já que libera no corpo do médium substâncias ativadoras do cérebro que atuam nos plexos nervosos, aproveitadas pelas entidades em seu trabalho no plano material.
Muitas pessoas condenam o uso do álcool pela falange de Exus e Pombagiras. Dizem que essas entidades estão extremamente atrasadas evolutivamente e ainda ligadas ao plano terreno, necessitando desse elemento para satisfazerem seus vícios. Nada mais errado, também. A energia, como já se explicou é usada e manipulada como pelas demais linhas de trabalho da Umbanda em sua magística.
Exus e Pombagiras por estarem em faixas vibratórias mais próximas do ambiente terreno utilizam-se da energia retirada desses elementos para realizarem seus trabalhos magísticos. Usam o álcool contido nas bebidas para descarregos, retirando energias negativas dos médiuns, do ambiente ou dos consulentes.
A bebida é usada no ponto riscado, na tronqueira, nas ferramentas de Exu, etc. verifica-se nos terreiros, também, a bebida sendo usada antes de uma gira de Exu, sendo passada nas mãos e braços dos médiuns para baixar a vibração e facilitar a conexão entre o espírito incorporante e a matéria do médium.
O mesmo ocorre com a linha de trabalho de baianos, marinheiros, mineiros e outros, tendo esses a fama de gostarem de um traguinho. Na verdade, essas linhas vem manifestando-se assim pela vibração que carregam quando da incorporação, nada tendo de embriagadas.
A título de conclusão, deve-se ainda dizer que o álcool ingerido pelo médium também é dissipado no trabalho, ficando em quantidade reduzida no organismo após haver a incorporação.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

ABERTURA DOS TRABALHOS

No dia 29-03-2013, foi sexta feira maior, para os Umbandistas marca o início do ano espiritual (depois de termos fechado a Gíria para a Quaresma) , é nesse dia que abrimos nossa Gíria, e damos início aos trabalhos do ano, com as forças de nossos Guias, Orixás e Protetores. Nesse dia pedimos as bençãos, a paz para todos nossos irmãos de terreiros para que possamos ter um Ano muito feliz e que possamos alcançar a nossa Evolução Espiritual, pedimos também pelas pessoas que não acreditam na Umbanda e nem no espiritismo, pois essas são as que mais precisam de nossas orações e ajuda, por isso vamos nos unir numa única fé, a da caridade, fraternidade e amor ao próximo.

Que OXALÁ abençõe a todos nós.
Que assim seja!



sábado, 16 de março de 2013

FEITIÇOS DE AMOR E MUITOS OUTROS

Para Acalmar:
Cozinhe sete flores de laranjeira com açúcar. Escreva em sete tiras de papel o nome da pessoa e ponha numa tigela branca. Coloque a calda fria na tigela e enfeite com sete rosas brancas. Acenda uma vela para o Anjo da Guarda da pessoa ao lado e faça uma oração.
Para afastar mandingas do seu caminho:
Numa sexta-feira, vá a uma encruzilhada, às 18 h em ponto. Leve uma garrafa de cachaça, um cachimbo, uma vela branca e outra vermelha e uma rosa amarela. Deixe tudo lá e peça as entidades do bem para livrar você de todo mal. Vá embora sem olhar para trás.
Para ter sucesso no amor:
Coloque dois litros d’água para ferver e acrescente folhas de manacá, girassol e mil-homens. Deixe a infusão ferver por cinco minutos. Quando esfriar, jogue esse “banho do amor” do pescoço para baixo. Não se enxugue. Repita 7 sextas-feiras.
Para despachar doenças e feitiços:
Numa lixeira, passe pelo corpo cinco palmos de morim branco e jogue-os no lixo. Passe cinco ovos (crus) e cinco velas brancas, dizendo: “as doenças e os feitiços não servem para mim, por isto os jogos no lixo”. Banhe-se com folhas de Oriri maceradas.
Para ter sorte no trabalho e nos negócios:
Coloque para ferver dois litros d’água, três galhos de guiné, três de alecrim, três pedrinhas de sal grosso e três moedas (as de maior valor que tiver). Tome seu banho normalmente e após jogue em seu corpo, do pescoço para baixo. Não enxugue.
Para unir um casal:
Num prato de louça amarelo coloque um ninho de passarinho (feito pela própria ave). Ponha duas gemas de ovo cruas dentro do ninho e junte os nomes do casal, colocando o seu por cima. Regue com mel e ofereça a Oxum numa cachoeira.
Para perder a barriga:
Ao acordar, na lua minguante, beba um copo com água filtrada, em jejum. Em seguida, bata com a sua barriga três vezes na porta de seu quarto, dizendo: “Lua minguante, irmã de São Amarante, leva a minha barriga exuberante e me traga de volta uma secante”. Repita esta simpatia todos os dias da lua minguante.
Para prosperidade:
Refogue 12 quiabos em azeite de oliva, com cebola ralada. Arrume os quiabos em forma de coroa, numa gamela redonda. Ofereça a Xangô no alto de uma pedreira, com sete velas marrom acesas. Vista-se com roupas brancas.
Para trazer de volta um grande amor:
Pegue duas velas perfumadas e escreva em cada uma o nome completo do seu amor e o seu. Num pires branco, sem uso, coloque duas alianças, uma ao lado da outra .
No centro de cada uma, acenda uma vela branca. Reze um Pai-Nosso e uma Ave-Maria, ofereça ao anjo da guarda do seu amor e ao seu também, pedindo para que ele volte para você. Quando as velas acabarem, leve tudo e deixe num jardim bem florido.
Para vencer demandas:
Corte sete quiabos ao meio (ao comprido) e dentro de cada um deles coloque um pedido. Amarre cada quiabo com fita vermelha e branca e passe-os pelo corpo. Enrole-os numa folha de papel de presente e despache numa praça.
Para afastar vícios:
Cozinhe 500g de canjica vermelha e bote num alguidar com o nome do viciado. Coloque por cima folhas frescas de vence-demanda, vence-tudo e tira-teima e regue com mel. Ofereça no mato a Ossain, com duas velas brancas. Peça o afastamento do vício.
Para segurar o marido:
Em qualquer noite de lua crescente ou cheia, quando seu marido estiver dormindo, tire a medida do membro dele com um barbante virgem. Dê sete nós no barbante e, a cada nó dado, diga: “Preso a mim, fulano (fala o nome), estás por ordem de São Cipriano e nada haverá de nos separar”. Mantenha o barbante debaixo da palmilha, do sapato do pé esquerdo.
Para obter tranquilidade:
Bata 16 claras de ovos com açúcar até o ponto de suspiro. Cubra sua cabeça e parte de seu corpo com a clara batida, pedindo a Oxalá que alivie o seu sofrimento. Enxague-se com sabão de coco, vista-se de branco e acenda uma vela para Oxalá.
Para se livrar de assédio sexual:
Num papel sem pautas escreva o nome completo da pessoa que lhe está assediando. Deixe o papel na porta de entrada de uma igreja que tenha o santo de sua devoção. Entre na igreja e peça: “Meu santo, livra-me da perseguição, do assédio sexual de fulano (fala o nome) e afasta essa pessoa da minha vida para sempre, Amem”. Reze um Pai-Nosso e uma Ave-Maria e ofereça ao anjo da guarda do assediador, pedindo luz para ele.
Para ter sorte nos negócios:
Procure uma dessas pessoas que têm o “toque de Midas”, ou seja, tudo em que colocam a mão vira ouro. Peça licença para apertar a mão direita dessa pessoa e depois a esquerda. Mentalize a sorte e o sucesso dessa pessoa para você. Não deixe a pessoa perceber que está passando para você um pouco de sua energia positiva.
Para atrair riqueza:
Faça um padê de dendê e outro de mel e coloque cada um numa folha de mamona sem talo. Na praça, invoque Exu Marabô e passe a folha com o dendê pelo lado esquerdo do corpo, pedindo riqueza. Passe o de mel pelo lado direito, pedindo prosperidade.
Para esquecer um amor que não deu certo:
Pegue uma foto da pessoa que você ainda ama e coloque num pirex com água e sal. Ao lado, coloque o último presente que essa pessoa lhe deu e deixe debaixo de sua cama durante 7 dias. E todos os dias, ao acordar, molhe o dedo indicador da mão direita na água salgada e diga, com fé: “Assim como esta foto foi desbotada pela água salgada, assim eu quero que fique a imagem de fulano (diga o nome da pessoa) em minha memória”.
Para afastar um inimigo:
Coloque dentro de um alguidar um papel com o nome da pessoa e em cima faça um padê de dendê. Soque três pedras de carvão, fazendo um pó fino e cubra o padê. Enterre-o sob uma árvore, e peça a Exu para tirar a pessoa de sua vida. Acenda uma vela branca.
Para arranjar um homem bom de cama e de grana:
Num pedaço de papel branco, escreva os nomes dos 12 apóstolos de Jesus: Pedro, Paulo, João, etc, firmando o pensamento num homem bom, como foram os apóstolos. Nesse papel, coloque 12 moedas de qualquer valor, embrulhe e deixe na caixa de esmolas de uma igreja, pedindo aos apóstolos para colocar no seu caminho um homem bom de cama (sadio e sexualmente ativo) e de grana (bem empregado ou que seja rico).
Para tirar má sorte:
Passe pelo corpo um pedaço de morim vermelho. Depois passe pelo corpo 9 ovos vermelhos, crus, 9 velas vermelhas e 9 moedas. Faça uma trouxa com o morim e despache num rio sujo. Banhe-se com folhas frescas de oriri maceradas do pescoço para baixo.
Para manter um amor:
Recorte dois corações em morim vermelho e coloque no meio dos dois, o nome do amado (a) escrito em papel branco. Costure em volta os corações com linha amarela e diga: “Maria Padilha e sua quadrilha, que o meu amado (a) nunca me esqueça”. Coloque o coração sob a palmilha do sapato do pé direito.
Para alguém te esquecer:
Deixe um ovo três dias sob o sol, para que fique choco. Faça um furinho na casca e coloque o nome da pessoa, com três gotas de azougue. Tampe com pingos de vela. Enterre na lama e acenda uma vela branca em cima. Banhe-se com folhas de colônia.
Para não faltar comida em sua casa:
Em um prato branco de louça, coloque arroz cru, feijão, milho, pó de café e um pão. No centro do prato, coloque uma imagem de São Benedito. Deixe esse prato na sua cozinha com seus mantimentos. Embrulhe o prato com plástico transparente para não dar bicho. Reze um Pai-Nosso e uma Ave-Maria e ofereça os alimentos a São Benedito, pedindo que jamais falte comida em sua casa. Troque os alimentos uma vez por mês.
Para começar a semana em alto astral:
Olhe para o céu, mentalize o Universo com todas as estrelas, e diga com fé: “Ó Virgem Maria, que bem sabes o que é tristeza e agonia, afasta de minha vida, eu te imploro, a dor e a tristeza e me dá um dia sem melancolia”. E pensando na estrela-guia, aquela que indicou o local do nascimento do Menino Jesus, reze três Ave-Marias e agradeça o dia a Nossa Senhora.
Para afastar negatividade no lar:
Macere folhas frescas de erva-prata, peperegum e vence-demanda. Despache o bagaço num jardim. Depois, com um galho de peperegum, salpique por toda casa o sumo das ervas. Leve para o mato o galho usado e acenda uma vela para Ossanha.
Para afastar o azar de sua casa:
Vá a uma igreja, pegue um pouco de água benta e a chave principal de sua casa. Em um pedaço de papel branco, sem linhas, escreva esta oração: “Senhor, lança sobre esta chave tua santíssima benção, para que o mal não entre em minha casa, nem em minha vida. Amém”. Enquanto estiver rezando, mergulhe a chave na água benta e vá respingando em você e na sua casa inteira da frente para os fundos.
Para ter união de todos em casa:
Faça numa quarta-feira um defumador com incenso, cravo, erva-doce, sândalo e alfazema. Defume dos fundos para frente da casa e despache as cinzas numa praça. Na sexta-feira, defume da frente para os fundos com fava de baunilha seca e deixe o defumador apagar nos fundos da casa.
Para agradar a Ogum pela sua ajuda:
Em uma estrada, ofereça ao Orixá em um alguidar louçado, inhame da costa assado e descascado, com sete velas vermelhas acesas.
Para seu filho gostar de estudar:
Pegue o lápis ou a caneta ou a caderneta da escola de seu filho, coloque em um pirex branco e por cima a imagem do seu santo de devoção. Ao lado, acenda uma vela em intenção do anjo da guarda de seu filho e peça com fé: “Meu santo (fala o nome), abençoa meu filho, mantém firme sua vontade de estudar, para um bom cidadão se tornar”. Quando a vela acabar, deixe a cera numa igreja.
Para tirar vícios:
Perto de um rio numa sexta-feira, passe pelo corpo quatro cocos secos (tire a água), quebre-os depois. Passe também quatro velas brancas e quatro bolas de algodão. Peça a Iansã para despachar o vício. Em casa banhe-se com água de canjica e ofereça os grãos a Oxalá numa tigela branca, com uma vela também branca.
Para nunca faltar dinheiro:
Coloque em cima da geladeira um pedaço de pão, uma imagem de Santo Antonio e diga: “Este pão eu ofereço a Santo Antonio para que eu tenha a mesa sempre farta”. Na sala, coloque um vaso com hastes de trigo ao lado da imagem de Jesus e diga: “Este trigo eu ofereço a Jesus para que a minha vida seja sempre próspera”. Reze um Pai-Nosso e uma Ave-Maria com muita fé.
Para trazer um amor de volta:
Faça um bolo com farinha de araruta e coloque para assar no forno, com o nome da pessoa dentro. Ofereça o bolo (confeitado a seu gosto), com um buquê de noiva, a Ibejí, na praça de uma igreja. Acenda três velas brancas.
Para afastar pessoas negativas:
Pegue um sapato usado pela pessoa (de preferência o pé esquerdo) e arranque a sola. Leve a sola a uma encruzilhada, e aponte o bico na direção contrária à sua casa. Cuspa em cima e peça: “Deusa dos ventos, leve para bem longe da minha vida (fulano)”. Volte sem olhar para trás.
Para trazer prosperidade e boa sorte profissional:
No alto de uma pedra (de frente para o mar), ofereça a Xangô seis qualidades de frutas (menos abacaxi e manga), seis moedas correntes e seis conchas grandes. Peça riqueza e prosperidade profissional.
Para arranjar um bom marido:
Vá a uma igreja que tenha a imagem de Santo Antonio e coloque um pouco de água benta num copo branco virgem. Compre um pente branco e lave-o com a água benta, dizendo: “Assim como a água benta benze este pente, há de me benzer, para que arranje um marido bom, com a ajuda de Santo Antonio. Amém”. Use esse pente toda vez que sair de casa e só jogue fora depois do casamento.
Para abrir caminhos:
Passe pelo corpo e vá colocando dentro de um saco de morim branco sete ovos, sete moedas, sete velas brancas, sete bolas de canjica (cozida) e sete obis. Amarre a boca do saco e pendure-o numa árvore. Banhe-se com folhas maceradas de Oriri.
Para pedir algo bom a Iansã:
Prenda a um barbante 49 bandeirinhas de São João nas cores vermelha, branca e rosa e enfeite um bambuzal. Depois ofereça a Iansã uma travessa de louça branca com 9 acarajés, nove moedas corrente e nove velas rosas acesas. Peça coisa boa.
Para pedir algo bom a Ogum:
À noite, acenda uma vela branca de 7 dias na sala principal de sua casa. Ao lado, coloque a imagem de São Jorge, um copo com água e a oração do santo. Na manhã seguinte, faça a oração deixada, o pedido da graça que deseja alcançar e beba a água. Repita por 7 dias, até a vela acabar.
Para seu marido “funcionar” com você:
Pegue um bom pedaço de linha branca virgem e amarre ao pé de uma imagem de Santo Antonio. Acenda uma vela e peça ao santo para proteger seu casamento. Quando a vela acabar, desamarre o santo, retire a linha e, com uma agulha, dê sete pontos no fundo de cada cueca do marido, dizendo: “Amor (fala o nome do marido), você só vai “funcionar” com o calor do meu amor”.
Para os patrões serem amigos da empregada:
Faça a sobremesa preferida dos patrões e, no centro do prato coloque uma vela azul e outra rosa e ofereça aos anjos da guarda deles. Ao acender as velas mentalize união, compreensão e amizade. Reze um Pai-Nosso e uma Ave-Maria, apague e guarde as velas. Em seguida ofereça a sobremesa aos patrões. Todas as vezes que for necessário, repita a sobremesa e use as mesmas velas.
Para vencer um inimigo:
Cozinhe 500g de canjica e escorra. Lave uma cabeça de cera numa água com folhas maceradas de saião e capeba. Escreva bem no alto da cabeça de cera o nome do inimigo. Estique um pedaço de morim branco, espalhe no centro a canjica e coloque em cima a cabeça. Enrole tudo sem dar nó e despache num rio sujo.
Para afastar doenças:
Passe pelo corpo um pedaço de morim vermelho e arrume-o no chão. Passe também sete pedaços de bofe bovino e sete punhados de pipoca estourada na areia da praia. Amarre o morim fazendo uma trouxa e despache num mato bem longe da sua casa.
Para seu dinheiro crescer:
Corte uma moeda antiga no meio, faça um furo em uma das metades e use-a como amuleto. Coloque a outra metade dentro do concreto que será usado no alicerce de uma casa em construção. Se a casa for sua, melhor ainda. Seu dinheiro vai render.
Para afastar algum inimigo da sua vida:
Coloque dentro de um saco feito com morim preto, sete tiras de papel escrito o nome da pessoa, pó de carvão e folhas frescas de corredeira. Feche o saco e amarre-o numa árvore seca. Peça a Exu que o inimigo se afaste do seu caminho.
Para ganhar muito dinheiro:
Em qualquer sexta-feira de lua crescente ou cheia, pegue a nota de maior valor que você tiver e vá até a praia. Lá, mergulhe essa nota 7 vezes na água do mar, dizendo: “Iemanjá, multiplique este dinheiro, assim como se multiplicam os peixinhos no mar”. Guarde a nota na sua carteira, é um amuleto que vai atrair muito dinheiro.
Para obter das Almas, alguma ajuda:
Vá a um campo e faça no chão uma cruz com pipocas estouradas na areia da praia. Enfeite com flores brancas e ao pé da cruz acenda nove velas brancas. Ore invocando as Almas Santas e Benditas. Ao chegar em casa, banhe-se com folhas frescas de saião da cabeça aos pés.
Para ter sucesso no trabalho e nos negócios:
Pegue uma colher de mel puro, duas folhas de hortelã e dois torrões de açúcar mascavo. Junte tudo num pires branco virgem e deixe uma noite no sereno. No dia seguinte, antes de sair para o trabalho ou decidir um negócio, passe as pontas de todos os seus dedos e lamba-os um a um. Assim você terá sucesso em tudo o que fizer.
Para fechar seu corpo contra negatividade:
Passe pelo corpo, debaixo de uma jaqueira, sete ovos crus e ponha-os dentro de uma panela de barro. Cubra-os com dendê, dizendo: “Assim como o dendê não entra no ovo, que nenhuma negatividade entre em minha vida”. Macere Orirí e banhe-se.
Para ajudar a criança nos estudos:
Escreva o nome da criança na primeira página de um caderno virgem. Na segunda, escreva a Oração de Santana. Sempre que a criança fizer um teste, ore e peça a proteção da padroeira dos estudantes. Acenda uma vela branca e ponha um copo d’água ao lado.
Para conseguir um amor:
Cozinhe 21 pétalas de rosas vermelhas. Junte à água das pétalas cozidas sete gotas de almíscar e uma pitada de canela em pó. Banhe-se do pescoço para baixo e não se enxugue. Acenda uma vela vermelha na encruzilhada para Maria Padilha, pedindo sorte no amor.
Para ter prosperidade na vida e felicidade no lar:
Vá a uma praia levando 4 saquinhos de plástico e em cada um deles coloque um punhado de areia (quantidade necessária de acordo com o tamanho de sua casa pois não pode jogar fora nem guardar o que sobrar). Depois jogue, começando do cômodo da frente, um punhadinho de cada saco em cada canto dos cômodos ou seja: saco 1 no canto 1, saco 2 no canto 2, saco 3 no canto 3 e saco 4 no canto 4 em forma de cruz iniciando pelo lado da entrada do cômodo. Cada punhado que jogar diga: “Assim como Deus não deixa faltar areia no mar, não faltarão prosperidade na minha vida e felicidade no meu lar”. Jamais varra essa areia. Ela terá que ficar na sua casa.
Para afastar doenças graves:
Durma três noites sobre um lençol branco virgem. No mato, estique o lençol no chão e pise nele. Ali em cima, passe pelo corpo 1 kg de canjica aferventada, dez ovos brancos e dez obis. Peça a Oxalá que a doença não faça moradia no seu corpo. Pule para frente, vá embora sem olhar para trás.
Para chamar Anjo da Guarda afastado:
Num copo para vela de 7 dias branco, ponha um dedo de água mineral, 16 gotas de essência de sândalo, 6 de essência de baunilha e 4 de essência de rosas. Coloque dentro uma vela branca de 7 dias e acenda num lugar alto para o seu Anjo da Guarda. Do lado esquerdo coloque um copo com água. Faça uma oração e prometa não causar mais este afastamento.
Para não faltar dinheiro no bolso:
Numa noite de lua cheia, pegue a nota de maior valor que tiver e mostre à lua, dizendo: “Deus te salve lua cheia, irmã da lua crescente, quando fores e voltares, traze-me bastante desta semente”. E mentalize: “Jamais me faltarás e sempre crescerás”. Guarde a nota na sua carteira. Repita a simpatia sempre na lua cheia e na lua crescente.
Para atrair a pessoa amada:
Cozinhe sete ovos, retire as gemas e amasse-as bem. Misture mel e farinha de mandioca às gemas e, num prato branco, modele um coração. Ponha o nome da pessoa amada e enfeite com rosas brancas. Ofereça a Oxum na cachoeira.
Para afastar doenças:
Ferva 700g de canjica e 700g de feijão fradinho. Estenda um pedaço de morim branco no chão. Passe pelo corpo os grãos da canjica e do feijão fradinho e vá colocando no morim. Faça uma trouxa e despache-a num precipício. Banhe com folhas de Saião e Orirí da cabeça aos pés.